BOMBA CICATRIZ
Gteixeira
Aceso o estopim
Fagulha brilhante, arrasadora.
Das suas ventas brota a calamidade
Desastre ecológico prestes a se
Consumar.
Ferindo ´profundo
Criando mazelas
Deixando seqüelas.
No seu rastro de fome, miséria
e dor.
“Deixa de ser cretino
Seu covarde assassino
Matando seres indefesos
causando tanto desatino”
A bomba que mata o peixe
O mesmo que mata a fome.
A fome dos pequeninos.
A morte dos alevinos.
É isto que me consome.
segunda-feira, 28 de junho de 2010
OUVINDO MÚSICA SUAVE
OUVINDO MÚSICA SUAVE.
Gteixeira.
Ouvindo uma música suave, deslizando por sobre o meu corpo aqueles acordes sonoros, Notas musicais corretas, fazendo com que os dedos ágeis deslizem sobre o teclado do instrumento, impingido em cada um deles canôra nota musical.
Meu espírito estava despreparado para aquela sublime melodia, que, a cada segundo invadia o espaço, tomando todo o meu ser, fazendo com que a propagação do som o tornasse melancólica. Oh, como somos insensíveis, de onde vem este som puro, refinado, ao ponto de me deixar envolver. Aí começa a viagem.
Porque não tenho ao meu lado aquela que eu queria que comigo estivesse neste momento ? se nada posso lhe dar, ao menos brindaria com o perfume celestial desta partitura angelical.
Piano, por que tocas em mim? que fiz por merecer passar em vida por este idílico momento, se a minha dor tu não consegues esconder.
Onde estará ela.?
Toca piano !, me leva ao êxtase, massageia todo o meu ser, deixa-o curado para que todos vejam que de suas teclas exalam perfumes sonoros, singelos e puros fazendo com que os homens reflitam. Ah vida, minha vida, onde deixei escapar.
Pelos dedos do artista vejo retornar todo fulgor da minha infância colorida, perdida entre o amadurecimento hominal e a busca incessante de crescer.
Toca piano, toca, estou a te escutar.
Sentindo o enebriar das notas invadindo meus tímpanos, tu me elevas as alturas.
Os virtuosos sabe a importância de uma sonata bem tocada.
Ele desliza seus hábeis dedos por sobre o teclado, de maneira que o mesmo sinta-se agraciado por aqueles momentos reconfortantes. Puro luxo.
Ele, mero instrumento não se dá conta do quanto é o seu poder de fazer seres humanos irem as alturas sem tirar os pés do chão. Levitamos só com a força dos seus acordes,
Não importa quem as escute, se pobre ou rico, feliz ou infeliz
Música suave, enebriante, os amantes rodopiam nas pontas dos pés, olhos fechados, sente o mundo rodar, bom seria que esse tempo não acabasse.
O amor rende graças a este instrumento que traz graça, leveza, sutileza, harmonia, mansidão, complacência e atrela a seu redor amantes que buscam se buscam em fuga fulgaz enebriados pelo aroma gracioso que só este instrumento tem o poder de proporcionar.
Sorriso de criança, tudo nele se faz canção ao vento, árvores frondosas recebendo seus lúdicos benfazejos fluídos. Idosos relembram áureos tempos em que os salões enchiam de moças e rapazes em busca do mais forte sentimento que dele dimana. A vida..
A orquestra começa a tocar uma canção trazendo todos os instrumentos em uníssono, Ele lá está em espera compassiva, silente, aguardando e sendo aguardado no momento pleno, como se as nuvens claras e o ceu azul inrompesse o salão adentro no momento mais esperado por todos. E as notas fluem trazendo o deleite de todos que ali estão.
Toca, piano toca toca prá mim, a minha carencia se extingue ao soar de suas notas.
Felizes os que têem ouvidos de ouvir.
Gteixeira.
Ouvindo uma música suave, deslizando por sobre o meu corpo aqueles acordes sonoros, Notas musicais corretas, fazendo com que os dedos ágeis deslizem sobre o teclado do instrumento, impingido em cada um deles canôra nota musical.
Meu espírito estava despreparado para aquela sublime melodia, que, a cada segundo invadia o espaço, tomando todo o meu ser, fazendo com que a propagação do som o tornasse melancólica. Oh, como somos insensíveis, de onde vem este som puro, refinado, ao ponto de me deixar envolver. Aí começa a viagem.
Porque não tenho ao meu lado aquela que eu queria que comigo estivesse neste momento ? se nada posso lhe dar, ao menos brindaria com o perfume celestial desta partitura angelical.
Piano, por que tocas em mim? que fiz por merecer passar em vida por este idílico momento, se a minha dor tu não consegues esconder.
Onde estará ela.?
Toca piano !, me leva ao êxtase, massageia todo o meu ser, deixa-o curado para que todos vejam que de suas teclas exalam perfumes sonoros, singelos e puros fazendo com que os homens reflitam. Ah vida, minha vida, onde deixei escapar.
Pelos dedos do artista vejo retornar todo fulgor da minha infância colorida, perdida entre o amadurecimento hominal e a busca incessante de crescer.
Toca piano, toca, estou a te escutar.
Sentindo o enebriar das notas invadindo meus tímpanos, tu me elevas as alturas.
Os virtuosos sabe a importância de uma sonata bem tocada.
Ele desliza seus hábeis dedos por sobre o teclado, de maneira que o mesmo sinta-se agraciado por aqueles momentos reconfortantes. Puro luxo.
Ele, mero instrumento não se dá conta do quanto é o seu poder de fazer seres humanos irem as alturas sem tirar os pés do chão. Levitamos só com a força dos seus acordes,
Não importa quem as escute, se pobre ou rico, feliz ou infeliz
Música suave, enebriante, os amantes rodopiam nas pontas dos pés, olhos fechados, sente o mundo rodar, bom seria que esse tempo não acabasse.
O amor rende graças a este instrumento que traz graça, leveza, sutileza, harmonia, mansidão, complacência e atrela a seu redor amantes que buscam se buscam em fuga fulgaz enebriados pelo aroma gracioso que só este instrumento tem o poder de proporcionar.
Sorriso de criança, tudo nele se faz canção ao vento, árvores frondosas recebendo seus lúdicos benfazejos fluídos. Idosos relembram áureos tempos em que os salões enchiam de moças e rapazes em busca do mais forte sentimento que dele dimana. A vida..
A orquestra começa a tocar uma canção trazendo todos os instrumentos em uníssono, Ele lá está em espera compassiva, silente, aguardando e sendo aguardado no momento pleno, como se as nuvens claras e o ceu azul inrompesse o salão adentro no momento mais esperado por todos. E as notas fluem trazendo o deleite de todos que ali estão.
Toca, piano toca toca prá mim, a minha carencia se extingue ao soar de suas notas.
Felizes os que têem ouvidos de ouvir.
domingo, 13 de junho de 2010
HISTÓRIA DE NOSSO POVO
HISTÓRIA DE NOSSO POVO – INDEPEDÊNCIA DA BAHIA
A comemoração do dia 2 de Julho é uma celebração às tropas do Exército e da Marinha Brasileira que, através de muitas lutas, conseguiram a separação definitiva do Brasil do domínio de Portugal, em 1823. Neste dia as tropas brasileiras entraram na cidade de Salvador, que era ocupada pelo exército português, tomando a cidade de volta e consolidando a vitória.
Esta é uma data máxima para a Bahia e uma das mais importantes para a nação, já que, mesmo com a declaração de independente, em 1822, o Brasil ainda precisava se livrar das tropas portuguesas que persistiam em continuar em algumas províncias. Então, pela sua importância, principalmente para os baianos, todos os anos a Bahia celebra o 2 de Julho. Tropas militares relembram a entrada do Exército na cidade e uma série de homenagens são feitas aos combatentes.
Entre todas as comemorações, a do ano de 1849 teve um convidado muito especial. O marechal Pedro Labatut, que liderou a tropas brasileiras nas primeiras ofensivas ao Exército Português, participou do desfile, já bastante debilitado e sem recursos financeiros, mas com a felicidade de homenagear as tropas das quais fez parte.
Para chegar a este dia, muita luta foi travada...
O Brasil do início do século XVIII ainda era dominado por Portugal, enquanto o Rio de Janeiro, Pernambuco, Minas Gerais e a Bahia continuavam lutando pela independência. As províncias não suportavam mais a situação e, percebendo os privilégios que o Rio de Janeiro estava recebendo por ser a capital, Pernambuco e Bahia resolveram se rebelar.
Recife deu início a uma revolução anti-colonial em 6 de março de 1817. Esta revolução tinha uma ligação com a Bahia, já que havia grupos conspiradores compostos por militares, proprietários de engenhos, trabalhadores liberais e comerciantes. Ao saber desta movimentação, o então governador da Bahia, D. Marcos de Noronha e Brito advertiu alguns deles pessoalmente.
O governo estava em cima dos conspiradores e, devido à violenta série de assassinatos, muito baianos resolveram desistir. Com toda esta repressão, a revolução de Recife acabou sendo derrotada. Os presos pernambucanos foram trazidos para a Bahia, sendo muitos fuzilados no Campo da Pólvora ou presos na prisão de Aljube, onde grande personagens baianos também estavam presos.
Movimentação pela independência:
Diante das insatisfações, começaram as guerras pela independência. Os oficiais militares e civis baianos passaram a restringir a Junta Provisória do Governo da Bahia, que ditava as ordens na época, e com esta atitude foi formado um grupo conspirativo que realizou a manifestação de 3 de Novembro de 1821.
Esta manifestação exigia o fim da Junta Provisória, mas foi impedida pela "Legião Constitucional Lusitana", ordenada pelo coronel Francisco de Paula e Oliveira. Os dias se passaram e os conflitos continuavam intensos. Muitos brasileiros morreram em combate.
Força portuguesa:
No dia 31 de Janeiro de 1822 a Junta Provisória foi modificada. E depois de alguns dias, chegou de Portugal um decreto que nomeava o brigadeiro português, Ignácio Luiz Madeira de Mello, o novo governador de Armas.
Os oficias brasileiros não aceitavam esta imposição, pois este decreto teria que passar primeiro pela Câmara Municipal. Houve, então, forte resistência que envolveu muitos civis e militares.
Madeira de Mello não perdeu tempo e colocou as tropas portuguesas em prontidão, declarando que iria tomar posse. No dia 19 de fevereiro, os portugueses começaram a invadir quartéis, o forte São Pedro, inclusive o convento da Lapa, onde haviam alguns soldados brasileiros. Neste episódio, a abadessa Sónor Joana Angélica tentou impedir a entrada das tropas, mas acabou sendo morta.
Concluída a ocupação militar portuguesa em Salvador, Madeira de Mello fortaleceu as ligações entre a Bahia e Portugal. Assim a cidade recebeu novas tropas portuguesas e muitas famílias baianas fugiram para as cidades do recôncavo.
Contra-ataque brasileiro:
No recôncavo, houve outras lutas para a independência das cidades e o fortalecimento do exército brasileiro. O coronel Joaquim Pires de Carvalho reuniu todo seu armamento e tropas e entregou o comando ao general Pedro Labatut. Este, assim que assumiu, intimidou Madeira de Mello.
Labatut organizou todo seu exército em duas brigadas e iniciou uma série de providências. Aos poucos o exército brasileiro veio conquistando novos territórios até chegar próximo a cidade de Salvador.
Madeira de Mello recebeu novas tropas de Portugal e pretendia fechar o cerco pela ilha de Itaparica e Barra do Paraguaçu. Esta atitude preocupava os brasileiros, mas os movimentos de defesa do território cresciam. E foi na defesa da Barra do Paraguaçu que Maria Quitéria de Jesus Medeiros se destacou, uma corajosa mulher que vestiu as fardas de soldado do batalhão de "Voluntários do Príncipe" e lutou em defesa do Brasil.
Em maio de 1823, Labatut, em uma demostração de autoridade, ordenou prisões de oficiais brasileiros, mesmo sendo avisado do erro que estava cometendo, e acabou sendo cassado do comando e preso. O coronel José Joaquim de Lima e Silva assumiu o comando geral do Exército e no dia 3 de Junho ordenou uma grande ofensiva contra os portugueses. Com a força da Marinha Brasileira, o coronel apertou o cerco contra a cidade de Salvador, que estava sob domínio português, restringindo o abastecimento de materiais de primeira necessidade. Diante destes fortes ataques e das necessidades que estavam passando, Madeira de Mello enviou apelos e acabou se rendendo. Com a vitória, o Exército Brasileiro entrou em Salvador consolidando a retomada da cidade e fim da ocupação portuguesa no Brasil.
Pesquisado no Ibahia.com
A comemoração do dia 2 de Julho é uma celebração às tropas do Exército e da Marinha Brasileira que, através de muitas lutas, conseguiram a separação definitiva do Brasil do domínio de Portugal, em 1823. Neste dia as tropas brasileiras entraram na cidade de Salvador, que era ocupada pelo exército português, tomando a cidade de volta e consolidando a vitória.
Esta é uma data máxima para a Bahia e uma das mais importantes para a nação, já que, mesmo com a declaração de independente, em 1822, o Brasil ainda precisava se livrar das tropas portuguesas que persistiam em continuar em algumas províncias. Então, pela sua importância, principalmente para os baianos, todos os anos a Bahia celebra o 2 de Julho. Tropas militares relembram a entrada do Exército na cidade e uma série de homenagens são feitas aos combatentes.
Entre todas as comemorações, a do ano de 1849 teve um convidado muito especial. O marechal Pedro Labatut, que liderou a tropas brasileiras nas primeiras ofensivas ao Exército Português, participou do desfile, já bastante debilitado e sem recursos financeiros, mas com a felicidade de homenagear as tropas das quais fez parte.
Para chegar a este dia, muita luta foi travada...
O Brasil do início do século XVIII ainda era dominado por Portugal, enquanto o Rio de Janeiro, Pernambuco, Minas Gerais e a Bahia continuavam lutando pela independência. As províncias não suportavam mais a situação e, percebendo os privilégios que o Rio de Janeiro estava recebendo por ser a capital, Pernambuco e Bahia resolveram se rebelar.
Recife deu início a uma revolução anti-colonial em 6 de março de 1817. Esta revolução tinha uma ligação com a Bahia, já que havia grupos conspiradores compostos por militares, proprietários de engenhos, trabalhadores liberais e comerciantes. Ao saber desta movimentação, o então governador da Bahia, D. Marcos de Noronha e Brito advertiu alguns deles pessoalmente.
O governo estava em cima dos conspiradores e, devido à violenta série de assassinatos, muito baianos resolveram desistir. Com toda esta repressão, a revolução de Recife acabou sendo derrotada. Os presos pernambucanos foram trazidos para a Bahia, sendo muitos fuzilados no Campo da Pólvora ou presos na prisão de Aljube, onde grande personagens baianos também estavam presos.
Movimentação pela independência:
Diante das insatisfações, começaram as guerras pela independência. Os oficiais militares e civis baianos passaram a restringir a Junta Provisória do Governo da Bahia, que ditava as ordens na época, e com esta atitude foi formado um grupo conspirativo que realizou a manifestação de 3 de Novembro de 1821.
Esta manifestação exigia o fim da Junta Provisória, mas foi impedida pela "Legião Constitucional Lusitana", ordenada pelo coronel Francisco de Paula e Oliveira. Os dias se passaram e os conflitos continuavam intensos. Muitos brasileiros morreram em combate.
Força portuguesa:
No dia 31 de Janeiro de 1822 a Junta Provisória foi modificada. E depois de alguns dias, chegou de Portugal um decreto que nomeava o brigadeiro português, Ignácio Luiz Madeira de Mello, o novo governador de Armas.
Os oficias brasileiros não aceitavam esta imposição, pois este decreto teria que passar primeiro pela Câmara Municipal. Houve, então, forte resistência que envolveu muitos civis e militares.
Madeira de Mello não perdeu tempo e colocou as tropas portuguesas em prontidão, declarando que iria tomar posse. No dia 19 de fevereiro, os portugueses começaram a invadir quartéis, o forte São Pedro, inclusive o convento da Lapa, onde haviam alguns soldados brasileiros. Neste episódio, a abadessa Sónor Joana Angélica tentou impedir a entrada das tropas, mas acabou sendo morta.
Concluída a ocupação militar portuguesa em Salvador, Madeira de Mello fortaleceu as ligações entre a Bahia e Portugal. Assim a cidade recebeu novas tropas portuguesas e muitas famílias baianas fugiram para as cidades do recôncavo.
Contra-ataque brasileiro:
No recôncavo, houve outras lutas para a independência das cidades e o fortalecimento do exército brasileiro. O coronel Joaquim Pires de Carvalho reuniu todo seu armamento e tropas e entregou o comando ao general Pedro Labatut. Este, assim que assumiu, intimidou Madeira de Mello.
Labatut organizou todo seu exército em duas brigadas e iniciou uma série de providências. Aos poucos o exército brasileiro veio conquistando novos territórios até chegar próximo a cidade de Salvador.
Madeira de Mello recebeu novas tropas de Portugal e pretendia fechar o cerco pela ilha de Itaparica e Barra do Paraguaçu. Esta atitude preocupava os brasileiros, mas os movimentos de defesa do território cresciam. E foi na defesa da Barra do Paraguaçu que Maria Quitéria de Jesus Medeiros se destacou, uma corajosa mulher que vestiu as fardas de soldado do batalhão de "Voluntários do Príncipe" e lutou em defesa do Brasil.
Em maio de 1823, Labatut, em uma demostração de autoridade, ordenou prisões de oficiais brasileiros, mesmo sendo avisado do erro que estava cometendo, e acabou sendo cassado do comando e preso. O coronel José Joaquim de Lima e Silva assumiu o comando geral do Exército e no dia 3 de Junho ordenou uma grande ofensiva contra os portugueses. Com a força da Marinha Brasileira, o coronel apertou o cerco contra a cidade de Salvador, que estava sob domínio português, restringindo o abastecimento de materiais de primeira necessidade. Diante destes fortes ataques e das necessidades que estavam passando, Madeira de Mello enviou apelos e acabou se rendendo. Com a vitória, o Exército Brasileiro entrou em Salvador consolidando a retomada da cidade e fim da ocupação portuguesa no Brasil.
Pesquisado no Ibahia.com
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